domingo, 25 de novembro de 2007

Vitória Futebol Clube





O maior, melhor e mais grandioso clube de futebol fez 97 anos, à alguns dias atrás. Falo-vos do VFC ( Vitória Futebol Clube ).
Foi no início do séc XX, mais precisamente a 10 de Novembro de 1910, que por desinteligências entre elementos do «Bomfim Foot-ball Club», um dos clubes onde se praticava essa nova modalidade importada das ilhas britânicas chamada Futebol, levaram Joaquim Venâncio, Henrique Santos e Manuel Gregório a abandonar esse clube, lançando a ideia da formação de um pequeno grupo a que dariam o nome de «Sport Vitória». «A Vitória será nossa» dizia o entusiasta Joaquim Venâncio, e daí o nome que ficaria para a posteridade de «Vitória».
Entretanto, a saída de mais elementos de outros clubes setubalenses tais como Guilherme da Silveira, José Preto Chagas, Manuel Reimão, Gabriel Roillé, Matos Diniz, Duarte Catalão, Ernesto Viegas, António Ledo, Eurico Costa, Joaquim Gomes, Júlio Araújo e Mário Ledo iria aumentar o número de membros do mais recente clube de Setúbal.
A 20 de Novembro de 1910 estava constituído o clube, com alguns dos nomes que iriam ter um papel preponderante no seu futuro, e que iria passar a chamar-se por sugestão de Joaquim Correia da Costa, a 5 de Maio de 1911, aquando da primeira reunião de Assembleia Geral, de «Victória Foot-ball Club».
Embora o clube sadino se tenha mudado para o seu berço, o Campo dos Arcos, a 15 de Setembro de 1913, enfrenta a recusa dos clubes de Lisboa em se deslocarem a Setúbal (não havia campeonato nacional, apenas regional em Lisboa). O Vitória continuou a jogar , domingo após domingo na capital e apesar das dificuldades acaba por se sagrar vencedor do Campeonato Regional de 2.ªs categorias em 1916/17. Este resultado incentiva o Vitória a participar no Campeonato de 1.ª categoria em 1918/19, e enquanto as suas 2.ªs categorias repetiam o feito em 1921/22 e 1925/26 a primeira equipa sagrava-se Campeã de Lisboa em 1923/24 e 1926/27 suplantando clubes como o Benfica, o Sporting ou o Belenenses. Acabaria por falhar a conquista do campeonato de Portugal nas duas ocasiões.

Nessa altura o Vitória não era só o futebol, mantendo secções de tiro, natação, ciclismo e corridas, criando a génese de clube eclético que mantêm actualmente, e em que, por intermédio de secções como a ginástica, o ténis de mesa, o andebol, o atletismo, futsal, futebol juvenil, ou o aikido e o judo o clube movimenta centenas de atletas .
Voltando ao Futebol, o Vitória acabaria por abandonar mais tarde os campeonatos de Lisboa, fundando, com outros clubes, a associação de Futebol de Setúbal. Com o passar dos anos, o clube foi crescendo e criando raízes mais sólidas. Em 1943/44 o clube atinge pela primeira vez uma final da Taça de Portugal, pela mão do treinador Armando Martins, e embora o Vitória tivesse perdido com o Benfica em Lisboa por um expressivo 5–1, a alegria do povo setubalense deixa espantada a capital. Onze anos mais tarde repete a presença na final onde defronta o Sporting e uma equipa de arbitragem de critérios duvidosos. O Vitória acaba injustamente derrotado por 3-2, mas em Setúbal organiza-se uma subscrição pública e com os donativos do povo setubalense é feita uma Taça que recebe o nome de «Taça Recompensa», para assim destinguir aqueles que teriam sido justos vencedores do Troféu nacional.
Entretanto, face ao crescimento do clube, nasce a ideia de construir um novo Estádio. Mário Ledo será um dos homens que guiará essa obra a bom porto. A 16 de Setembro de 1962 é inaugurado o Estádio do Bonfim numa festa que trás a Setúbal em caravanas de automóveis, pessoas de toda a região. Estavam criadas condições para a década dourada do futebol vitoriano.
Para além de continuar a somar presenças nas finais da Taça de Portugal, o Vitória acaba por conseguir pela mão do treinador Fernando Vaz, a vitória nas edições de 1964/65 frente ao Benfica, por 3-1, e em 1966/67 frente à Académica de Coimbra, por 3-2, na final mais longa de todos os tempos (144 minutos!). Ao todo soma oito presenças na final desta competição
A equipa de «JJ», Matine, Tomé, Carlos Cardoso, José Maria, Conceição e Vítor Batista enchia os Estádios nacionais e europeus com a magia do seu futebol. Orientados por José Pedroto, o Vitória atinge o segundo lugar na época de 1971/72 e o 3.º lugar nas épocas de 1969/70, 1972/73 e 1973/74. Nas competições europeias o Vitória soma 12 presenças ( três na taça das taças e 9 na Taça das Cidades com Feira/UEFA onde atinge por quatro vezes os quartos-de-final. Gigantes do futebol do velho continente como o Leeds United, Inter de Milão, Fiorentina, Lyon, Spartak de Moscovo, Hayduk Split, Rapid de Bucareste e Anderlecht caem aos seu pés.
É convidado para diversos torneios a nível internacional, dos quais destacamos a participação no Troféu Ibérico, na Taça Teresa Herrera, em Julho de 1968, vencendo na final a equipa do Rapid de Viena e a participação na Mini-Copa do Mundo, em Caracas na Venezuela (1970), em que chega também à vitória frente às equipas do Chelsea, do Santos e do Werder Bremen.
Hoje, os atletas que representam o Vitória Futebol Clube de Setúbal, sabem que ao vestir a camisola branca listada de verde, carregam no corpo uma história cheia de glória de um clube que têm a responsabilidade de honrar e a valorizar, dia após dia.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Procuro a mulher dos meus sonhos II



Lembram-se daquela história de amor dos tempos modernos que apaixonou Nova Iorque ( essa linda cidade ), os Estados Unidos e o mundo???

Pois é, conheceu desenvolvimentos nestes dias. Tal como havia dito, Patrick Moberg ( 21 anos ) não desistiu enquanto não encontrou a rapariga por quem ficou "apaixonado" no metro.

Criou um site à sua procura, até que um amigo de Camille Hayton ( assim se chama ela [22 anos ]), reconheceu o esboço publicado on-line.

Felizmente, já se conheceram, jantaram juntos e foram ver um filme ao cinema.

Por coincidência das coincidências, ambos têm bastantes pontos em comum, e eles próprios preveem algo mais do que uma simples amizade.

Tudo fica bem, quando acaba bem, e este é um dos casos em que o amor é mais forte que tudo.
Resta desejar-lhes que corra tudo bem e que venham a ter muitas felicidades lado-a-lado.

domingo, 11 de novembro de 2007

Lamy campeão


Foram quase nove horas com um aperto no coração, mas Pedro Lamy pôde finalmente festejar, em Interlagos, o título de Campeão da Le Mans Series na categoria LMP1, com o segundo lugar na corrida brasilera. Este é o terceiro título de Lamy nesta competição, mas o primeiro na classe principal.

Ao piloto português e ao seu colega de volante, Stéphane Sarrazin, bastava terminar logo atrás do Pescarolo-Judd Emmanuel Collard, Jean-Christophe Boullion e Harold Primat, para garantir o título, mas o carro da pequena equipa francesa ficou parado na boxe durante 10 minutos na primeira hora da corrida, eliminando o principal problema dos homens da Peugeot.
Isso não significou que a tarefa de Lamy e Sarrazin tivesse ficado mais fácil. Responsáveis da Peugeot Sport afirmaram que os problemas de rolamentos, que impediram o triunfo na prova anterior em Silverstone, estavam resolvidos, mas ainda assim os mecânicos da marca francesa tiveram cuidados redobrados com o 908 HDi do piloto português, que passou duas vezes mais tempo na boxe que o outro carro da equipa, pilotado por Marc Gené e Nicolas Minassian, e que acabou por vencer com 12 voltas de vantagem.

O Pescarolo acabou a 20 voltas do vencedor, no quarto posto, atrás do Creation-Judd de Jamie Campbell-Walter, Felipe Ortiz e Stuart Hall. A vitória na classe LMP2 sorriu à Barazi-Epsilon, com o Zytek a provar ser um melhor sobrevivente que o Radical da Embassy Racing, depois do carro britânico ter ficado parado na boxe durante 20 minutos, para limpar a gravilha resultante de uma saída de pista. A Larbre Competition deu à Aston Martin mais uma vitória nos GT1, aproveitando os problemas do Corvette da Alphand Aventures, enquanto o Porsche da Felbermayr-Proton dominou facilmente nos GT2.

Procuro a mulher dos meus sonhos

O que faria se descobrisse a rapariga dos seus sonhos no metro? Patrick Moberg, 21 anos, deu uso à suas aptidões para o "webdesign" e criou um site para a encontrar. O problema de Patrick será descobrir entre os 8,2 milhões habitantes de Nova Iorque a mulher que no último domingo viajava por volta das 21h30 na linha cinco do metro.

Como abordar uma desconhecida? Primeiro o contacto visual. Talvez um sorriso. Depois uma aproximação. A medo, perguntar o nome e um contacto. Ter uma conversa de ocasião. Com sorte, encontrar pontos em comum. Patrick quis pôr estas regras do manual universal de conquista em prática. Mas por ser “tímido e romântico” não foi capaz, confessou ao "New York Post".

Na última estação, Bowling Green, resolveu aproximar-se. Ainda tentou segui-la no meio da confusão. Mas a multidão envolveu-a e Patrick perdeu-a de vista numa esquina do subterrâneo de Nova Iorque. Para muitos que já foram atacados pela “paixão à primeira vista” seria o fim da conquista. Pensariam que dificilmente a voltariam a ver – ainda para mais na populosa Nova Iorque – e esqueceriam a fugaz atracção depois de uma noite de sono.

Mas Patrick não desistiu e publicou no site http://www.nygirlofmydreams.com/ um esboço da “rapariga dos seus sonhos”: cabelo castanho entrançado e com uma flor do lado esquerdo, maçãs do rosto coradas, calções de ginásio azuis por cima de collants da mesma cor e escrevendo num bloco. Ao lado o seu desenho, para o caso de a desconhecida ter sentido o mesmo durante o “muito sólido contacto visual” (segundo descrição de Patrick) entre os dois. No mesmo esboço, Patrick descreve-se como alto e magro, sublinhando que não está louco, mas sim “atraído pela rapariga”.

Desde segunda-feira, quando criou o site, o endereço de e-mail e o telefone de Patrick têm sido inundados com mensagens de apoio. A cadeia televisiva CNN já o contactou para uma entrevista. O seu patrão na Vimeo (que faz partilha de vídeos online) gravou uma declaração em que Patrick explica o que lhe aconteceu (http://laughingsquid.com/help-patrick-moberg-find-the-ny-girl-of-his-dreams).

Patrick, nascido na cidade de Nashville, estado do Tennessee, vive em Nova Iorque desde o Verão. Em três dias conseguiu os 15 minutos de fama que muitos procuram toda a vida. E tudo em nome da “química” sentida num transporte público. Patrick arriscou. Será que vai conseguir encontrar a jovem desconhecida? Por enquanto, garante que deixará o site a funcionar o máximo tempo possível. Até se conhecerem. Depois quem sabe...


Como eu o compreendo...

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

E Deus criou a mulher....


Todas as mulheres são anjos na Terra. Algumas mais que outras.
Há milhões de anjos destes. Porque havemos só de gostar de um???