domingo, 16 de março de 2008

Passados 5 meses finalmente voltou


Lewis Hamilton venceu o Grande Prémio da Austrália prova de abertura do Mundial de Fórmula 1 de 2008. O britânico liderou a prova de início a fim, tendo escapado a todos os incidentes de uma corrida em que apenas sete carros chegaram a rolar ao final.Hamilton é assim o primeiro líder do Mundial de 2008, ele que beneficiou dos problemas por que passaram os pilotos da Ferrari, que não lograram ver a bandeira de xadrez.Foi uma corrida para esquecer por parte dos dois pilotos da equipa italiana, com uma sucessão de problemas e erros a deixa-los pelo caminho. Começou com Felipe Massa, que foi envolvido na carambola inicial, que o fez ir as boxes no final da primeira volta, tendo caído para os últimos lugares depois de ter saído do quarto posto. Na ânsia de recuperar posições, o brasileiro envolveu-se numa colisão com David Coulthard, que eliminou o escocês e provocou a desistência do brasileiro algumas voltas depois. A colisão entre Coulthard e Massa provocou a entrada do safety-car em pista. Kimi Raikkonen também teve uma corrida australiana muito “activa”. O Campeão do Mundo fez um excelente arranque, passando de 15º para o oitavo lugar no final da primeira volta. Mas a sensivelmente meio da prova falhou uma travagem quando tentava passar o seu compatriota Kovalainen, saindo de pista e rumando as boxes de onde saiu em 11º. A partir dai tentou a recuperação, mas quando tentava passar Timo Glock, Raikkonen falha novamente uma travagem, pisa a relva e saiu de novo de pista. De regresso o finlandês beneficiou da entrada do Safety-car, devido ao espectacular acidente de Timo Glock, para subir lugares. Raikkonen estava em luta com Fernando Alonso e Heikki Kovalainen quando a três voltas do final problemas mecânicos no F2008 o abrigaram a parar, tendo sido ainda classificado no oitavo posto, conseguindo assim o último lugar pontuavel.Na frente da classificação, Heidfeld foi o segundo colocado, ele que recuperou nas boxes os lugares que perdeu na partida. O piloto alemão terminou a prova na frente de outro alemão, no caso, Nico Rosberg, que levou o seu Williams ao terceiro posto. Foi o primeiro pódio de Rosberg na Fórmula 1.Fernando Alonso foi o quarto classificado, na frente de Heikki Kovalainen, que ainda esteve na frente do espanhol na penúltima volta, mas na entrada da ultima volta o piloto finlandês accionou inadvertidamente o botão de entrada nas boxes, o que fez o carro abrandar na recta da meta, o que permitiu a Alonso regressar ao quarto posto. Ambos beneficiaram dos problemas de motor de Sébastien Bourdais a três voltas do final, ele que fazia aqui a sua estreia na disciplina e escapou ao múltiplos acidentes da corrida, mas foi traído pelo motor Ferrari do seu Toro Rosso nos momentos finais da prova, mesmo assim ainda logrou alcançar o setimo lugar, marcando assim dois pontos na sua estreia.Kazuki Nakajima completou o bom resultado de conjunto da Williams ao alcançar o sétimo posto. O japonês que colidiu com Robert Kubica quando a prova estava a ser relançada pela última vez, o que causou o abandono do polaco.A corrida começou com uma carambola na primeira curva, que eliminou Webber, Button, Vettel e Fisichella e que causou o atraso de diversos pilotos.A Toyota saiu da Austrália com um amargo de boca, pois viu os seus dois pilotos abandonar, depois de ambos estarem a realizar boas provas. Trulli desistiu com problemas mecânicos, enquanto Timo Glock foi protagonista do acidente mais espectacular da prova, depois de uma saída mais larga de uma curva, o alemão fez uma incursão por fora da pista, mas quando ia a regressar a esta o seu Toyota foi lançado no ar por uma irregularidade na escapatória, que destruíram o monolugar japonês. Este acidente provocou a terceira entrada do safety-car em pista.O sexto posto tinha ido para Rubens Barrichello, em Honda. O Barrichello foi protagonista de uma situação complicada nas boxes, quando na última paragem arrancou ainda com a mangueira de gasolina inserida no seu monolugar, tendo sido penalizado com uma paragem extra de 10 segundos nas boxes. Mas no final o piloto brasilero foi desclassificado por ter saido das boxes com o semáforo vermelho.
Classifcação do GP da Austrália1º Hamilton - McLaren-Mercedes - 1h34:50.6162º Heidfeld - BMW Sauber – a 5.4783º Rosberg - Williams-Toyota – a 8.1634º Alonso - Renault – a 17.1815º Kovalainen - McLaren-Mercedes – a 18.0146º Nakajima - Williams-Toyota –a 1 volta 7º Bourdais - Toro Rosso-Ferrari – a 2 voltas8º Raikkonen - Ferrari – a 3 voltas

sexta-feira, 14 de março de 2008

Schadenfreude

Tempos atrás falei com um amigo meu e chegamos a uma conclusão deveras interessante, que é obvia a 90% da população masculina: as mulheres são o animal mais difícil de compreender. Porque?
Se remontarmos ao passado, quando vivíamos em tribos nas sociedades caçadoras/ recolectoras, eram as fêmeas que escolhiam os seus parceiros. Como eram tempos difíceis, onde viviam ao relento, elas tinham tendência em escolher os homens mais fortes e capazes, que lhes garantiam assim protecção contra os animais, intempéries e outras tribos rivais. Esta tendência não lhes era ensinada, mas sim surgia a uma certa idade, pois já estava inculcada no código genético. Ao ser genético, nos dias de hoje as muelheres continuam a escolher os seus parceiros, e igualemente aqueles que lhes podem oferecer protecção. Não é de admirar de as mulheres escolherem primeiramente os homens ricos, que lhes dão protecção e estabilidade financeira, ou seja, que lhes realizam todas as suas vontades. De seguida, as mulheres escolhem os homens igualmente com interesse, só se interessam por homens bonitos, pois são unicamente para o “show-off”, para fazerem inveja as amigas, mostrando que têm um namorado/marido mais giro.
Mas o mais engraçado são aquelas que são vitimas de violência por parte do se parceiro. Eu acho-lhes uma piada. Quero salientar que sou contra qualquer tipo ou forma de violência física ou psicológica contra o sexo feminino, mas acho piada a essas raparigas/mulheres que são agredidas. Existe um palavra alemã que descreve este sentimento de ironia, o , schadenfreude, ou seja, estas raparigas poderiam ser as mais felizes do mundo se apenas abrissem os olhos por um momento e vissem os homens que as adoram e as colocam num pedestal. Mas não, preferem continuar a ser mal tratadas e agredidas por alguém que não as ama de verdade.
E aqui está o sentido irónico da situação, o tal schadenfreude. Porque ser feliz e amada, quando se pode ser triste e violentada?
Isto aqui é apenas um pequeno desabafo, que certamente é partilhado por milhões de homens por esse mundo fora.

(continua)